Blue Lines não só definiu o som de Bristol, ajudou a criar um novo vocabulário para a música moderna.
Trinta e cinco anos depois da sua edição, Blue Lines, o álbum estreia... Read More
O arranque de 2026 promete. Entre regressos muito aguardados e confirmações de novos talentos, o calendário de lançamentos desenha um mapa onde a sofisticação é a palavra de ordem. Prepare a agenda, porque estes são os discos que vão definir a paisagem sonora dos próximos meses.
O ano começa com a elegância balnear dos Young Gun Silver Fox. No dia 16 de janeiro, a dupla Andy Platts e Shawn Lee entrega Live From Troubadour & Paradiso, um registo ao vivo que captura a essência imaculada do seu "Yacht Rock" em palcos icónicos. É a prova de que a perfeição técnica do duo não é apenas obra de estúdio.
A 23 de janeiro, o foco vira-se para as texturas urbanas. Ari Lennox regressa com Vacancy, prometendo reafirmar-se como uma das vozes mais viscerais do R&B atual. No mesmo dia, a curadoria de DJ Ronnie Herel eleva a fasquia com o segundo volume das Neo Soul Sessions, uma compilação essencial para quem procura o pulso das novas correntes do género.
Para fechar o mês, a 30 de janeiro, os Angels Of Libra & Nathan Johnston levam-nos numa viagem cinematográfica com Road To Mandalay, um projeto que funde o Soul clássico com uma estética de banda sonora retro.
Fevereiro arranca sob o signo do Groove com os MF Robots. Embora a data exata de III ainda esteja sujeita a confirmação (TBC), a expectativa em torno do projeto de Jan Kincaid e Dawn Joseph é alta, espera-se Soul-Funk de alta voltagem para agitar o inverno.
A meio do mês, no dia 13, Tiana Major9 apresenta November Scorpio. A artista britânica continua a esculpir o seu espaço único onde o Jazz encontra o R&B, num trabalho que se antecipa íntimo e sofisticado.
O culminar do mês, e talvez um dos momentos mais importantes do ano, acontece a 27 de fevereiro. Bruno Mars lança The Romantic, o sucessor do multiplatinado 24K Magic. Como já pudemos ouvir no single de avanço, Mars abandona o artifício eletrónico para abraçar um romantismo orgânico, filtrado pela herança dos anos 70.
Março traz a energia contagiante de Kylie Auldist. Com Hybrid, a diva do Funk australiano promete uma fusão de géneros onde a voz poderosa continua a ser o centro de gravidade.
Finalmente, a 20 de março, os holofotes viram-se para MT Jones e o seu álbum Joy. Jones é uma das revelações mais sólidas do panorama atual, capaz de evocar a herança de Stax e Motown com uma frescura que só os grandes talentos possuem.

O mundo de Trevor Horn é amplo. O seu novo disco reflecte essa realidade.
A Marginal apresenta um minuto de positivismo. 2ª a 6ª feira – 09h25 | 13h10 | 17h50 | 21:10 - Podcast



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