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A cantora e compositora britânica Yazmin Lacey regressa em 2025 com Teal Dreams, o seu segundo álbum de estúdio, lançado a 24 de outubro de 2025 pela AMF Records. O disco dá continuidade à linguagem íntima e confessional que a artista apresentou em Voice Notes (2023), agora com um som mais depurado e uma escrita centrada na calma, na auto-aceitação e no amor.
Em Teal Dreams, Yazmin Lacey mostra um lado mais sereno, com canções que refletem sobre o crescimento pessoal e a importância de desacelerar. A artista descreveu o disco como “a construção do meu próprio mundo”, explicando:
Pensei em Teal Dreams — é um mundo que estou a criar.
Numa publicação nas suas redes sociais, Yazmin contou ainda que a canção que dá título ao álbum tem um significado especial:
Queria partilhar convosco a faixa que dá nome ao disco. Esta canção significa muito para mim; é o ponto de partida para todo o álbum. A primeira linha ‘Quando nasci, uma borboleta entrou no quarto’, é uma história que me acompanha desde sempre.
A ideia de criar um espaço sonoro próprio surgiu depois de um período de reflexão e de uma viagem à Tailândia, experiência que Yasmin Lacey refere como tendo ajudado a clarificar o rumo do novo trabalho.
Gravado no Reino Unido, o álbum conta com a colaboração de Miles James (conhecido pelo trabalho com Little Simz) e Barney Lister (produtor ligado a Joy Crookes), entre outros músicos da vibrante cena soul jazz londrina.
Musicalmente, Teal Dreams é um disco de textura orgânica, dominado por guitarras suaves, metais discretos e batidas soul moderna. A produção evita o excesso e privilegia o espaço, as canções respiram, deixando que a voz de Yazmin se destaque pela naturalidade e pelo timbre quente que já se tornou a sua marca.
Em entrevista, Lacey descreveu o seu processo de escrita:
Quando penso nas minhas canções, ouço muito das artistas de lovers’ rock. É assim que escrevo, não fico meses a pensar numa letra. Se não surge no momento, deixo-a e volto mais tarde.
O alinhamento inclui 14 faixas, entre elas "Ain't I Good For You", que foi o primeiro single, 🎧 Podcast Avenida Marginal, “Two Steps”, “Wallpaper”, “Wild Things”, “Grace (Reflective Dub)”, “Water” (com participação de TYSON) 🎧 Podcast Avenida Marginal e “Longest Way Around”.
As letras oscilam entre o quotidiano e o poético: em “Wallpaper”, a decoração de uma casa serve como metáfora para a mudança dentro de uma relação; em “Wild Things”, há uma ligação simbólica à natureza e ao instinto; e em “Love Is Like the Ghetto”, Lacey explora as tensões e o apoio mútuo nas relações humanas.
A crítica britânica recebeu Teal Dreams de forma muito positiva.
O site The Arts Desk escreveu que o disco “confirma Yazmin Lacey como uma das vozes mais vitais da soul contemporânea”, elogiando o modo como conjuga influências de lovers’ rock e quiet storm com uma sensibilidade moderna.
A publicação Shatter the Standards destacou que o álbum “reimagina a liberdade, não como um grito, mas como uma série de pequenos gestos deliberados”, sublinhando o equilíbrio entre vulnerabilidade e confiança.
O site Album of the Year atribuiu-lhe uma pontuação média de 80/100, consolidando a boa receção da crítica especializada.

A capa de Teal Dreams reflete o universo íntimo e sereno que Yazmin Lacey quis transmitir no disco. Fotografada por Wukda, a imagem combina tons azul‑esverdeados suaves com uma composição minimalista, criando uma sensação de calma e introspeção que se prolonga na música.
Em entrevista, a artista explicou que a escolha da estética visual não foi apenas decorativa:
Quis que a capa fosse um espaço onde nos sentíssemos em casa, quase como se entrássemos num quarto de memórias e pensamentos. As cores e a luz foram escolhidas para transmitir essa tranquilidade e permitir que quem olha imagine o próprio mundo dentro do disco.
O design gráfico, a cargo de Lauren Harewood, complementa a fotografia, reforçando a ideia de um universo coeso, onde a imagem e o som se encontram. A capa funciona, assim, como uma introdução ao espírito do álbum: sereno, detalhado e cheio de pequenos gestos que convidam à atenção e à contemplação.
Mais do que uma continuação de Voice Notes, Teal Dreams representa um amadurecimento artístico. Yazmin Lacey constrói um espaço onde a emoção se expressa sem pressa, com subtileza e verdade. É um disco que reflete uma artista segura do seu caminho, e que encontra força na tranquilidade.

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