A Orquestra Metropolitana de Lisboa apresenta hoje no Teatro Tivoli BBVA, a Nona Sinfonia de Beethoven, uma das obras mais marcantes da história da música clássica.
Estreada em Viena, em 1824, a sinfonia termina com o célebre Hino à Alegria, inspirado num poema de Friedrich Schiller que celebra a liberdade e a fraternidade. Esta música tornou-se hino do Conselho da Europa, em 1972, e da União Europeia, em 1985.
O programa inclui ainda obras de Eurico Carrapatoso, em homenagem a Miguel Torga, e de Alexêi Tolpygo, que musicou poemas de Florbela Espanca, Álvaro de Campos e Mário de Sá-Carneiro. Esta última obra será apresentada em estreia absoluta.
O concerto começa às nove da noite, no Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa.
O Doclisboa, Festival Internacional de Cinema, está de regresso a Lisboa até 25 de outubro, com documentários de realizadores portugueses e internacionais, dedicados à história, à música, à literatura e à sociedade.
Para esta 2ª feira, destaque para dois filmes.
Às nove e meia da noite, destaque para Visitas de Uma Parente Afastada, de Inês Oliveira, na Sala Manoel de Oliveira do Cinema São Jorge. E, às nove e quarenta e cinco, o Cinema Ideal recebe O Filme do Meio, de Margarida Gil, sobre a relação de amizade e criação literária entre Maria Velho da Costa e Armando Silva Carvalho.
O Doclisboa decorre em várias salas de Lisboa até 25 de outubro. A programação completa está disponível em doclisboa.org.
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A primeira edição do Print Pause Lisboa realiza-se entre hoje e domingo no Goethe-Institut, no Campo dos Mártires da Pátria.
O evento do Gerador celebra a edição independente e a cultura impressa.
A feira conta com 57 projetos editoriais de 20 países com livros de artistas, revistas independentes e zines, além de conversas e workshops. Há ainda exposições do Arquivo Ephemera e da Oficina do Cego.
A entrada é gratuita, com inscrição obrigatória no site do Gerador.
Hoje a partir das 17h, amanhã e domingo a partir das 9h30 da manhã.
Print Pause Lisboa, para ver no Goethe-Institut no Campo Mártires da Pátria, em Lisboa.
Esta noite, o Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, recebe concerto de Margarida Campelo.
A artista sobe ao palco para apresentar o seu novo trabalho de estúdio, Música de Elevador, lançado em setembro. O repertório cruza sonoridades que viajam entre a pop, a dance music, o R&B e o jazz.
Conhecida por colaborações com Bruno Pernadas, Cassete Pirata ou Joana Espadinha, a cantora estreou-se a solo em 2023 com o disco Supermarket Joy.
Margarida Campelo em concerto no CCB. A partir das 8 da noite.
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Esta noite, os Sensible Soccers apresentam o novo álbum, Camminando Di Notte, em concerto B.Leza, em Lisboa.
O novo disco começou a ser criado no final de 2024 e dá continuidade à identidade musical do grupo, que cruza a eletrónica com instrumentos acústicos. O álbum viaja entre momentos mais ambientais e outros mais ritmados.
Camminando Di Notte sucede ao disco Manoel, de 2021, dedicado ao realizador Manoel de Oliveira.
Sensible Soccers em concerto no B. Leza, no Cais do Sodré em Lisboa. A partir das 21h30.
O Centro Cultural de Belém apresenta Cloud of Confusion, a primeira exposição individual em Portugal da artista norueguesa Frida Orupabo.
Através de fotografias encontradas, muitas delas na internet, a artista explora questões como a identidade, a memória, a violência e a forma como as imagens influenciam a nossa perceção do mundo digital.
Cloud of Confusion para ver no CCB.
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Esta noite, o Teatro Maria Matos recebe Treze Raios, um espetáculo que junta o guitarrista madeirense André Santos ao coletivo vocal portuense Sopa de Pedra.
O projeto nasceu de residências artísticas na Madeira, onde os músicos recolheram histórias, tradições e sons da comunidade local, da emigração às levadas, passando pelas rezas, pela pesca da baleia e pelos grupos de folclore.
O resultado é um concerto que cruza guitarra a solo e canto polifónico, dando origem a música original inspirada na identidade e nas memórias da ilha.
Treze Raios, de André Santos e Sopa de Pedra, esta noite no Teatro Maria Matos. Às 21h.
O Teatro da Trindade apresenta Clube dos Poetas Mortos, uma adaptação para teatro do argumento do filme de Peter Weir, que popularizou a expressão "Carpe Diem", ou seja, aproveitar o dia.
A história passa-se num colégio interno norte-americano, no final dos anos 50, onde um professor de literatura, interpretado por Diogo Infante, desafia as regras conservadoras da instituição e incentiva os alunos a pensar pela sua própria cabeça e a seguir os seus sonhos.
Com encenação de Hélder Gamboa e com Diogo Infante no papel principal, a peça está em cena de quarta a sábado às 21h. No domingo às 16h30. Para ver no Teatro Maria Matos.
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O Teatro Maria Matos apresenta a peça “Cock”, do dramaturgo Mike Bartlett, com encenação de Ricardo Neves-Neves.
A história acompanha João, que mantém uma relação estável com o namorado. Quando decidem fazer uma pausa, João apaixona-se por uma mulher e vê-se dividido entre os dois. Uma situação que levanta questões sobre o amor, a identidade e as escolhas pessoais.
Com Cristóvão Campos, Gabriela Barros, Romeu Costa e Adriano Luz.
"Cock" para ver no Teatro Maria Matos, hoje e amanhã às 21h.
A exposição "Terra", na Coleção de Fotografia do Novo Banco, reúne esculturas em terracota de Beatriz Horta Correia e fotografias de vários artistas, selecionadas pela própria escultora.
A mostra explora a relação entre a matéria, a memória e a paisagem.
O percurso inclui ainda uma obra têxtil de Bombony e um vídeo de Miguel Gaspar.
A exposição "Terra" da Colecção de Fotografia do Novo Banco, na Praça Marquês de Pombal, em Lisboa.
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A Cinemateca Portuguesa dedica um ciclo ao produtor Paulo Branco, com o título Paulo Branco ou a Vã Glória de Produzir.
Esta 2ª feira é exibido Francisca, de Manoel de Oliveira, uma das obras maiores do realizador português.
Estreado em 1981, o filme inspira-se no romance Fanny Owen, de Agustina Bessa-Luís, baseado em acontecimentos reais do século XIX, no Porto, e acompanha uma história de amores frustrados, intrigas e relações marcadas pela obsessão.
Francisca de Manoel de Oliveira, para ver na Cinemateca em Lisboa, às 21h.
O MAAT, em Lisboa, assinala o seu décimo aniversário com a exposição Vénus – Valentino Garavani pelo Olhar de Joana Vasconcelos.
A mostra cruza a arte contemporânea com a alta-costura, reunindo obras da artista portuguesa Joana Vasconcelos e mais de 30 criações do estilista italiano Valentino Garavani.
Um dos destaques é Valkyrie Venus, uma imponente escultura têxtil que evoca o legado do criador de moda. Estão também presentes obras conhecidas de Joana Vasconcelos, como Marilyn, os enormes sapatos feitos com panelas e tampas, e Coração Independente, inspirado no tradicional coração de Viana.
Vénus – Valentino Garavani pelo Olhar de Joana Vasconcelos para ver no MAAT em Belém.
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Esta noite, a cantora e compositora Maria Leitão apresenta ao vivo, no Capitólio, em Lisboa, o seu disco de estreia, Para Onde Vão as Coisas Perdidas.
Maria Leitão, de 23 anos, tem formação em Música Clássica, pelo Conservatório de Música de Cascais, e em Jazz, pelo Hot Clube de Portugal.
O disco reúne sete canções, todas compostas pela própria artista ao piano, e cruza o jazz com a canção de autor, numa escrita pessoal que aborda temas como a memória, a ausência e a passagem do tempo. A produção esteve a cargo do músico brasileiro Marcelo Camelo.
Concerto de Maria Leitão esta noite no Capitólio, no Parque Mayer, em Lisboa. Às 21h30.
No Pavilhão Julião Sarmento, está patente a exposição Era Uma Vez na América, a partir da coleção do artista e colecionador Julião Sarmento.
A mostra reúne obras de artistas de várias nacionalidades e explora a influência da cultura norte-americana na arte contemporânea, através de referências ao cinema, às cidades, ao minimalismo e ao realismo.
O título evoca o célebre filme de Sergio Leone e a própria ideia de construção de mitos em torno da América. Entre os artistas representados estão Bruce Nauman, Ed Ruscha, Nan Goldin, Richard Serra, Robert Morris e John Baldessari.
Era Uma Vez na América, no Pavilhão Julião Sarmento na zona de Belém.
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Esta quinta-feira, o guitarrista de jazz Mike Stern apresenta-se com a sua banda no Centro Cultural de Belém.
Para este concerto, traz um supergrupo formado pela guitarrista Leni Stern, o saxofonista Bob Franceschini, o baixista Chris Minh Doky e o lendário baterista Dennis Chambers.
O jazz de Mike Stern, para ver no CCB, esta noite às 20h.
Também no CCB, está patente a exposição Olhos Múltiplos.
A mostra reúne trabalhos de três artistas de diferentes gerações, Ines Doujak
Lubaina Himid
Patricia Domínguez. Exploram a narrativa como forma de expressão, diálogo e construção de conhecimento.
As obras cruzam elementos ancestrais, espirituais e simbólicos com referências populares, carnavalescas e mágicas, questionando as formas únicas de contar e interpretar a realidade.
Olhos Múltiplos, para ver no CCB.
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Júlio Resende Trio apresenta hoje no São Luiz Teatro Municipal, o espetáculo “Ponte Ibérica – Bridges Not Walls”.
O concerto parte da ideia de construir pontes entre Portugal e Espanha, mas também entre as pessoas. É uma proposta musical sobre empatia, união e a importância de criar ligações num mundo marcado, por vezes, pela divisão.
Júlio Resende toca piano, acompanhado por Romeu Tristão no contrabaixo e Jorge Rossy na bateria.
“Ponte Ibérica – Bridges Not Walls” para ver hoje no S. Luiz às 20h.
A peça “Uma casa, com certeza”, de Constança Bourgard, está em cena no Teatro da Trindade, em Lisboa.
Num contexto de crise habitacional, a história acompanha um casal que compra o apartamento com que sempre sonhou, mas as diferenças salariais, os ressentimentos de classe e as expectativas sobre os papéis de género acabam por transformar a casa num peso para a relação.
A encenação é de Miguel Fragata e conta com os actores Ana Valentim e André Leitão.
“Uma casa, com certeza” para ver no Teatro da Trindade INATEL às 19h.
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É exibido no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma, de Jane Schoenbrun.
O filme acompanha uma jovem realizadora que recebe a missão de recuperar uma conhecida saga de terror, depois de várias sequelas mal recebidas. Ao tentar convencer a antiga estrela dos filmes, agora reclusa e misteriosa, acaba por entrar com ela num universo de desejo, medo e delírio.
O filme passou pelo Festival de Cannes, onde recebeu a Queer Palm, e pelo Queer Lisboa 2026, numa sessão especial.
Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma para ver no Cinema Nimas em Lisboa. Mais logo às 21h30.
Últimos dias para ver no MAAT, em Lisboa, a exposição Mais alto, de Margarida Correia.
A artista trabalha sobretudo com fotografia e arquivos pessoais e institucionais, recuperando memórias de comunidades pouco conhecidas.
Nesta exposição, Margarida Correia reúne entrevistas, fotografias e outros materiais sobre um grupo de enfermeiras paraquedistas do Exército português que esteve ao serviço em África durante as décadas de 60 e 70.
Mais alto de Margarida Correia, para ver no MAAT em Belém. A exposição fica patente até ao próximo dia 05 de Outubro.
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O Festival Cuca Monga regressa esta sexta-feira e sábado, para a sua quarta edição e acontece nos jardins do Museu de Lisboa, Palácio Pimenta.
O festival, criado pela editora Cuca Monga, reúne nomes da música independente portuguesa e brasileira, com atuações de Sérgio Godinho, Manel Cruz, Capitão Fausto, Bruno Berle e Manu Julian, entre outros.
Nesta 6ª feira, sobem a palco espectáculos de Sophia Chablau, Leonor Arnaut, Miguel Marôco, Vaiapraia e Capitão Fausto entre outros.
Festival Cuca Monga, hoje e amanhã nos jardins do Palácio Pimenta, no Campo Grande em Lisboa.
A peça O Pai, do dramaturgo sueco August Strindberg, está em cena no São Luiz Teatro Municipal, com encenação de Gonçalo Waddington.
A história acompanha um militar que quer decidir o futuro da filha e entra numa disputa com a mulher, que tenta fazê-lo duvidar da própria paternidade. Uma reflexão intensa sobre os conflitos entre o amor, o ódio e as relações familiares.
O Pai, com os actores Carla Maciel, Cecília Borges e Gonçalo Waddington, entre outros
Para ver no Teatro S. Luiz, às 20h.
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O coletivo auéééu apresenta Woyzeck no Centro Cultural de Belém.
É uma peça inacabada de Georg Büchner, que conta a história de Franz Woyzeck, um órfão que se torna soldado para escapar à fome.
Nesta adaptação, a história decorre num laboratório científico dominado por máquinas humanoides, que obedecem a uma inteligência artificial sem valores éticos. Com uma forte componente visual, o espetáculo questiona os limites do progresso e as suas consequências para a humanidade.
A peça Woyzeck, de hoje e até domingo 27, no Centro Cultural de Belém. Hoje e amanhã às 20h, sábado, às 19h, e domingo, às 17h.
A cantora e compositora britânica Flora Hibberd atua esta quinta-feira, na Casa Capitão. Com influências do rock, da synthpop e da música tradicional, a artista cruza o indie-folk com ambientes surrealistas e emoções intensas.
Em Lisboa, apresenta temas de Swirl, o álbum de estreia, e de Mammoth, o novo trabalho, editado este ano e produzido por Ben Lanz, dos The National.
Flora Hibberd, esta noite em concerto na Casa Capitão. O espectáculo começa às 21h30.
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O Queer Lisboa, Festival Internacional de Cinema Queer, celebra 30 anos e está neste momento a decorrer em vários espaços de Lisboa.
O programa inclui antestreias de filmes que passaram recentemente por Cannes e documentários dedicados a figuras importantes desta cultura cinematográfica.
Um dos destaque é o filme Virages, que passa esta noite no Cinema S. Jorge. É uma docuficção das realizadoras Céline Carridroit e Aline Suter. A história acompanha Johanna, uma mulher trans que passa o verão a trabalhar numa fábrica de relógios de luxo, em Genebra. Quando decide recuperar o seu velho Carocha, enfrenta o mundo da mecânica automóvel, que no passado a rejeitou.
A sessão conta com a presença das realizadoras, do produtor e da protagonista.
Virages, um dos filmes do programa Queer Lisboa, para ver esta noite, às 21h45, no Cinema São Jorge, em Lisboa.
A compositora e música Kali Malone atua hoje na Culturgest em Lisboa.
Reconhecida pela sua abordagem experimental à música contemporânea, a artista norte-americana, radicada em Estocolmo, explora as relações entre o som, o espaço e a passagem do tempo, recorrendo a instrumentos como o órgão de tubos e os sintetizadores modulares.
Este ano editou o álbum Burning Song, um novo trabalho de composições para órgão.
Kali Malone esta noite em Lisboa, num concerto que cruza ambientes sonoros imersivos e experimentação musical.
Para ver na Culturgest, às 21h.
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O MAAT, em Lisboa, recebe Com o Coração Livre de Cuidados, uma exposição de Pedro Cabrita Reis, um dos artistas portugueses com maior reconhecimento internacional.
A mostra reúne quase 200 obras, a maioria inéditas, entre pinturas, desenhos, esculturas e instalações, criadas especialmente para esta exposição.
Na Galeria Oval, destaca-se uma instalação de pintura de grandes dimensões. Ao longo do percurso há obras inspiradas na natureza, na arquitetura e na história da arte, com referências a grandes mestres da pintura e da escultura.
Pedro Cabrita Reis utiliza materiais industriais, objetos comuns e fragmentos do quotidiano, transformando-os em novas composições artísticas.
Exposição de Pedro Cabrita Reis para ver no MAAT em Belém.
O Teatro Villaret, em Lisboa, recebe Vozes da Floresta – Chico Mendes Vive, um espetáculo com a atriz brasileira Lucélia Santos.
A peça recupera a história de Chico Mendes, sindicalista e ativista brasileiro que se tornou um símbolo internacional da defesa da Amazónia, dos direitos das comunidades locais e da justiça social. Assassinado em 1988, Chico Mendes dedicou a vida à proteção da floresta e à luta pelos direitos dos trabalhadores.
Com dramaturgia de Zezé Weiss, o espetáculo dá voz ao legado e à resistência de Chico Mendes, numa reflexão sobre a defesa da natureza e a importância de preservar a Amazónia. .
Vozes da Floresta – Chico Mendes Vive para ver no Teatro Villaret em Lisboa. Às 21h.
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Está patente no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a exposição Rosa Barba – Desenhar Vocabulários.
É a primeira grande exposição da artista italiana em Portugal e apresenta uma instalação criada especificamente para o espaço do CAM.
Rosa Barba cruza cinema, astronomia, paisagens naturais e alterações ambientais, explorando também arquivos e possíveis visões do futuro. Películas de celuloide e projetores de cinema transformam-se em imagens, mas também em objetos escultóricos.
A exposição é pensada como uma espécie de filme em três dimensões e partitura musical, onde o tempo e o espaço estão sempre em transformação.
Rosa Barba, Desenhar Vocabulários para ver na Gulbenkian.
Mac DeMarco dá hoje o segundo concerto em Lisboa.
O músico canadiano apresenta Guitar, o mais recente álbum.
Conhecido pelo seu estilo descontraído e pela mistura de indie rock, pop e sonoridades psicadélicas, Mac DeMarco tornou-se uma referência para uma nova geração de músicos e tem sido citado por nomes como Steve Lacy ou Dijon.
Depois da primeira data esgotada, Mac DeMarco actua outra vez esta noite, no espaço Lisboa ao Vivo na Avenida Gomes Marechal da Costa.
O concerto de Mac DeMarco está agendado para as 21h.
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O Festival Iminente está de regresso para comemorar 10 anos de arte e música urbana.
Com curadoria de Alexandre Farto (Vhils) e da Underdogs, a edição deste ano reabilita a antiga Escola Industrial Afonso Domingues, em Marvila, transformando-a num ponto de encontro entre novos talentos e artistas consagrados.
Entre os destaques desta 6ª Feira, concertos de Xullaji, Herlander, Ghoya ou Shaka Lion Soundsystem.
Festival Iminente, até domingo na Escola Industrial Afonso Domingues, em Marvila.
Marisa Monte regressa hoje a Lisboa para um concerto único n MEO Arena.
A cantora brasileira apresenta Phonica, um espetáculo que junta a sua banda a uma orquestra sinfónica, com direção musical do maestro André Bachur.
O concerto cruza a música popular brasileira com a linguagem sinfónica, numa abordagem que aproxima os universos erudito e popular.
O concerto está agendado para as 21h.
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O Festival Iminente celebra este ano dez anos de existência e regressa a Lisboa, entre hoje e domingo, na antiga Escola Industrial Afonso Domingues, em Marvila.
Criado em 2016 por Vhils e pela Underdogs, o festival junta música, artes visuais, dança, performances, debates e gastronomia, com artistas consagrados e novos talentos.
Entre os nomes do programa de hoje, estão Ana Lua Caiano, Capicua, Gisela João, Sam The Kid e Mind da Gap, entre outros
Quatro dias de cultura urbana, num espaço que estava desativado há 15 anos e que agora volta a receber atividade cultural.
Mais informações em festivaliminente.com
La Distance, de Tiago Rodrigues, está em cena na Culturgest, em Lisboa, até domingo.
A peça imagina o ano 2077, num futuro marcado pelas alterações climáticas e por dificuldades económicas. Enquanto parte da humanidade vive exilada em Marte, um pai, na Terra, tenta manter o contacto com a filha que partiu para o Planeta Vermelho.
Através destas conversas à distância, a peça explora as relações entre gerações e as consequências das escolhas que fazemos hoje.
La Distance, para ver na Culturgest em Lisboa. Hoje e amanhã às 21h.
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