A Cinemateca em Lisboa recebe hoje A Última Sessão, de Peter Bogdanovich, é um clássico do cinema americano de 1971, com Jeff Bridges, Timothy Bottoms e Cybill Shepherd.
Está inserido no ciclo Rebeldes Sem Causas, que reúne 25 filmes americanos e explora a representação da juventude e da rebeldia no cinema, sobretudo entre meados dos anos 50 e 1970.
A história de A Última Sessão passa-se em 1951, numa pequena cidade do Texas, e acompanha um grupo de adolescentes na passagem para a idade adulta, entre primeiras desilusões, relações amorosas e sonhos interrompidos.
A Última Sessão passa na Esplanada da Cinemateca de Lisboa, às 21h30.
Na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, pode ser visitada a exposição RedSkyFalls (réplica), de Alexandre Estrela.
A instalação está relacionada com a obra RedSkyFalls, apresentada no Pavilhão de Portugal na Bienal de Veneza de 2026. Nesta nova versão, o artista cria uma espécie de sistema de alerta sísmico usando moscas-da-fruta artificiais, que funcionam como sentinelas.
Estes pequenos dispositivos reagem em tempo real à atividade sísmica, mesmo quando os sismos acontecem a grande distância. Os seus movimentos permitem tornar visíveis sinais quase impercetíveis das perturbações que acontecem no interior da Terra.
RedSkyFalls (réplica) de Alexandre Estrela, para ver na Galeria Zé dos Bois no Bairro Alto, em Lisboa.
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No Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, continua o ciclo dedicado a Wong Kar Wai, um dos grandes cineastas do cinema contemporâneo.
Hoje é exibido Chungking Express, de 1994, um dos filmes que projetou Wong Kar Wai a nível internacional.
Entre néons, música, cores intensas e uma cidade em constante movimento, Chungking Express transforma histórias de solidão e encontros amorosos num retrato muito particular de Hong Kong.
Chungking Express, hoje às 22 horas, no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, inserido no ciclo dedicado ao realizador Wong Kar Wai.
Na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, pode ser visitada a exposição “Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz”.
A mostra reúne 70 cartazes, produzidos entre 1957 e 2026, que acompanharam sete décadas de exposições, concertos, conferências e outras iniciativas da Fundação.
Além de documentarem a história e a diversidade da programação da Gulbenkian, os cartazes revelam também a evolução do design gráfico em Portugal.
“Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz” para ver na Gulbenkian, a entrada é livre.
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Maria Ana Bobone apresenta-se em concerto hoje no MACAM – Museu de Arte Contemporânea, na Junqueira, em Lisboa.
A cantora, pianista e compositora portuguesa é conhecida por renovar o fado, cruzando a tradição com influências clássicas e do jazz. No projeto “Fado & Piano”, desenvolve uma sonoridade própria, mantendo a ligação às raízes da música portuguesa.
Neste concerto, Maria Ana Bobone convida Sofia Ramos para partilhar o palco
Concerto no MACAM, na zona de Alcântara. A partir das 20h.
A exposição “Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” está patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
Integrada nas comemorações do centenário do artista, a mostra percorre mais de 70 anos de criação e reúne cerca de 50 obras. A exposição mostra a importância da experimentação na obra de Pomar, através da pintura, desenho, gravura, escultura e assemblagem.
A ideia de colagem está no centro da exposição, revelando como o artista cortava, juntava e transformava imagens, objetos e diferentes materiais para criar novas formas e narrativas.
“Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” para ver no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
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O Cinecapitólio Rooftop continua no Capitólio, em Lisboa, no Parque Mayer.
A sessão de cinema inclui espreguiçadeiras, auscultadores com som de qualidade, pipocas e uma vista para o Jardim Botânico.
Esta noite é exibido “Tropa de Elite”, de José Padilha, no âmbito do ciclo Clássicos do Brasil.
O filme acompanha o Capitão Nascimento, comandante de uma equipa de elite da polícia do Rio de Janeiro, encarregada de combater o tráfico de droga nas favelas. Sob enorme pressão, Nascimento procura preparar um substituto enquanto enfrenta a violência, a corrupção e os conflitos dentro da própria polícia.
“Tropa de Elite” para ver no Cinecapitólio Rooftop, às 20h30.
O Museu da Marioneta, em Lisboa apresenta a exposição “Criadores de Marionetas em Portugal no Século XXI”.
A mostra assinala os 25 anos do Museu da Marioneta e destaca o trabalho de 13 criadores portugueses que têm contribuído para transformar esta arte nas últimas décadas.
Entre técnicas tradicionais e novas formas de criação, a exposição revela diferentes materiais, linguagens e maneiras de dar vida às marionetas, mostrando também o trabalho que acontece nos bastidores.
“Criadores de Marionetas em Portugal no Século XXI” para ver no Museu da Marioneta, no Convento das Bernardas.
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A Retrospectiva Luchino Visconti está em destaque no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, com várias obras do mestre italiano em cópias restauradas.
Entre os filmes programados está “Os Malditos”, de 1969, um dos títulos mais intensos e perturbadores de Visconti. O filme acompanha a decadência de uma poderosa família industrial alemã durante a ascensão do nazismo, num retrato sombrio sobre poder, corrupção e fascismo.
“Os Malditos” passa hoje no Nimas em Lisboa às 21h30.
Até 6 de Setembro, a retrospectiva Luchino Visconti inclui ainda clássicos como “Obsessão”, “Sentimento”, “Noites Brancas”, “Rocco e os Seus Irmãos”, “Morte em Veneza” e “O Intruso”
No Centro Cultural de Belém, pode visitar a exposição “Reflexos, enclaves, desvios” de José Pedro Croft.
A mostra reúne gravuras, desenhos, relevos e esculturas, numa reflexão sobre o corpo, o espaço, a escala e a arquitetura. As obras cruzam o desenho e a escultura e exploram a fronteira entre o plano e o espaço tridimensional
"Reflexos, enclaves, desvios" de José Croft, para ver no CCB.
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Continua na Gulbenkian a edição de 2026 do Jazz Em Agosto.
Esta noite, há concerto de Ches Smith que apresenta Clone Row, um projeto que reúne a guitarrista Mary Halvorson, o guitarrista Liberty Ellman e o contrabaixista Nick Dunston. Conhecido pelo trabalho na bateria e na composição, Smith traz um espetáculo de grande intensidade, com electrónica e improvisação.
Ches Smith hoje na Gulbenian às 21h30.
Amanhã, sábado, o Jazz Em Agosto acolhe o britânico Pat Thomas para um raro concerto a solo. Considerado um dos pianistas mais criativos da improvisação europeia, Thomas explora o piano de forma livre e surpreendente, equilibrando tradição e experimentação.
Pat Thomas, no 2º Auditório da Gulbenkian. Amanhã, Sábado, às 6 e meia da tarde.
O Pavilhão Julião Sarmento apresenta Era Uma Vez na América, exposição que explora a influência da cultura e do imaginário norte-americano na arte contemporânea internacional.
A partir da coleção de Julião Sarmento, reúne obras de artistas como Bruce Nauman, Ed Ruscha, Nan Goldin e Richard Serra, refletindo sobre o impacto do cinema, da arquitetura e da cultura visual dos Estados Unidos.
Em simultâneo, o espaço acolhe Conversa de Corvos, a primeira exposição em Portugal da artista iraniano-americana Fariba Hajamadi.
Para conferir no Pavilhão Julião Sarmento, na zona de Belém.
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A saxofonista, flautista e compositora norte-americana Anna Webber actua hoje no Jazz em Agosto na Gulbenkian.
Reconhecida como uma das vozes mais inovadoras do jazz contemporâneo, apresenta Shimmer Wince, um espetáculo criado para quinteto e inspirado num antigo sistema de afinação baseado nos harmónicos naturais e na ressonância das notas.
Em palco, junta-se a alguns dos mais destacados músicos da nova geração do jazz norte-americano. Concerto de Anna Webber, para ver no Anfiteatro ao Ar Livre, no Jardim Gulbenkian. A partir das 21h30.
A peça The Swimming Pool Party está em cena no Teatro Maria Matos
É nova criação de Ricardo Neves-Neves e entre a comédia, o mistério e o humor negro, o espetáculo acompanha oito personagens da alta sociedade reunidas para uma festa junto a uma piscina que nunca chega a encher, enquanto um crime lança a confusão.
Inspirada no universo de Agatha Christie, a peça satiriza as aparências e as fragilidades de uma elite social, num registo mordaz e cheio de ironia.
The Swimming Pool Party para ver no Maria Matos às 9 da noite. Domingo às 4 da tarde.
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The Sleep Of Reason Produces Monsters atua esta noite no Jazz em Agosto, no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Na sua 41.ª edição, o Jazz em Agosto continua a afirmar-se como um dos mais importantes festivais europeus dedicados ao jazz de vanguarda e à música improvisada, reunindo artistas que exploram novas linguagens sonoras.
Um ano depois da sua marcante estreia no festival, Mariam Rezaei regressa com um quarteto que reúne Mette Rasmussen, Gabriele Mitelli e Lukas König.
Inspirado numa obra de Goya, o projeto cruza jazz, noise, música eletrónica e improvisação livre.
The Sleep Of Reason Produces Monsters para ver hoje às 21h30 na Gulbenkian, concerto inserido no Jazz Em Agosto.
A exposição "Domingos Dias Martins – Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano" continua patente no Centro Cultural de Cascais.
A mostra reúne fotografias a preto e branco captadas por Domingos Dias Martins nas décadas de 1940 e 1950, retratando as paisagens, as pessoas, os trabalhos e as tradições do Gerês Transmontano. Para além da qualidade artística, estas imagens têm um importante valor histórico, cultural e antropológico, preservando a memória de uma região e do modo de vida das suas comunidades.
"Domingos Dias Martins – Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano" no Centro Cultural de Cascais.
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O quarteto Bonbon Flamme atua hoje no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
O grupo apresenta o álbum Calaveras y Boom Boom Chupitos, inspirado numa viagem do violoncelista Valentin Ceccaldi ao México. A música reflete as cores, os sabores e as tradições do país, mas também temas como a violência, a morte, a memória dos antepassados e a religião. Em palco, a banda mistura jazz com improvisação, eletrónica e sonoridades experimentais.
Bonbon Flamme, concerto inserido no programa do Jazz em Agosto 2026, para conferir na Gulbenkian. A partir das 21h30.
A exposição "Geometria Sensível", do artista brasileiro Rodrigo Cass, está patente na galeria Brotéria, no Bairro Alto.
A mostra explora a relação entre formas geométricas, cores e gestos, cruzando a precisão da geometria com a intuição e a experiência sensorial. As obras convidam o público a refletir sobre a ligação entre a matéria e a perceção, inspirando-se também nos quatro elementos da natureza — terra, água, ar e fogo — como símbolos de transformação e equilíbrio.
"Geometria Sensível" de Rodrigo Cass, para ver na Brotéria.
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A peça Clube dos Poetas Mortos está em cena no Teatro da Trindade INATEL.
Adaptada ao teatro por Tom Schulman, a partir do argumento do célebre filme realizado por Peter Weir, a peça conta a história de um professor de literatura que desafia as regras de um conservador colégio norte-americano no final dos anos 50. Interpretado por Diogo Infante, o professor John Keating inspira os alunos a pensar pela própria cabeça e a viver o lema "Carpe Diem", ou seja, aproveitar o momento.
O espetáculo tem encenação de Hélder Gamboa.
Clube dos Poetas Mortos para ver no Teatro da Trindade INATEL. Às 21h30.
A exposição Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz pode ser visitada na Fundação Calouste Gulbenkian.
A mostra celebra os 70 anos da instituição através de uma seleção de 70 cartazes, escolhidos de uma coleção com mais de 1.500 exemplares produzidos desde 1957.
Além de recordarem iniciativas nas áreas da arte, ciência, educação e filantropia, os cartazes revelam a evolução do design gráfico em Portugal, com trabalhos de artistas e designers de várias gerações, como Sebastião Rodrigues, Marcelino Vespeira e José Brandão.
A exposição inclui ainda outros materiais gráficos que ajudam a contar a história da Fundação ao longo de sete décadas.
70 Anos em Cartaz para ver na Gulbenkian.
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A peça El Rey de la Farándula sobe esta noite ao palco do Teatro do Bairro.
O espetáculo, criado e interpretado por Angel Ruiz, leva o público até à corte de Filipe IV, numa viagem ao Século de Ouro espanhol.
Entre humor, ironia e emoção, um ator, cantor e bufão revela os bastidores da época através de um cabaré inspirado na história.
Acompanhado ao piano, Angel Ruiz junta música renascentista e barroca a textos de autores como Quevedo, Lope de Vega e Calderón, cruzando o passado com uma abordagem contemporânea.
El Rey de la Farándula para ver hoje no Teatro do Bairro às 21h30.
Eu que já fui eu, de Maria José Oliveira, está patente no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado até ao início de Outubro.
A exposição reúne obras que refletem sobre o tempo, a memória e as relações entre as pessoas ao longo das gerações.
Um dos temas centrais é a ideia de "semente", como símbolo de crescimento, transformação e futuro.
Eu que já fui eu, da autoria de Maria José Oliveira, para ver no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.
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O lendário guitarrista norte-americano Pat Metheny atua esta noite no Coliseu de Lisboa.
Com uma carreira iniciada em 1975, com o álbum Bright Size Life, tornou-se uma das figuras mais influentes do jazz contemporâneo, somando mais de 20 milhões de discos vendidos e 20 prémios Grammy em dez categorias diferentes.
Ao longo de cinco décadas, colaborou com artistas como Herbie Hancock, Ornette Coleman, Milton Nascimento e David Bowie, explorando sonoridades que vão do jazz à música orquestral.
O seu trabalho mais recente, MoonDial, lançado a solo, marca um regresso à guitarra acústica, num disco intimista que tem sido muito elogiado pela crítica.
O concerto de Pat Metheny está marcado para as nove da noite, no Coliseu dos Recreios.
A artista italiana Rosa Barba apresenta, pela primeira vez em Portugal, uma grande exposição individual no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian.
Intitulada Desenhar Vocabulários, a mostra reúne uma nova instalação criada especialmente para o espaço, onde cinema, escultura e som se cruzam.
Rosa Barba transforma película de celuloide e antigos projetores em obras de arte. A exposição percorre um ambiente imersivo, pensado como um filme em três dimensões, onde imagem, espaço e tempo se fundem numa experiência sensorial única.
Desenhar Vocabulários de Rosa Barba, para ver na Gulbenkian.
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A exposição "Mais Alto", da artista Margarida Correia, está patente no MAAT Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.
Através da fotografia, entrevistas e arquivos pessoais, a artista recupera as memórias das enfermeiras paraquedistas portuguesas que serviram em África nas décadas de 1960 e 1970.
O projeto reúne imagens e testemunhos que mostram tanto o trabalho como a vida quotidiana destas mulheres, dando a conhecer um grupo profissional pouco estudado e preservando uma parte importante da sua memória coletiva.
"Mais Alto", de Margarida Correia para ver no MAAT em Belém.
O pianista, compositor e cantor palestiniano Isam Elias atua esta noite na Casa Palestina.
O concerto assinala a apresentação do EP de estreia, "Tubes", num espetáculo que junta piano, sintetizadores, ritmos afro-orientais e melodias tradicionais palestinianas com eletrónica contemporânea. Um encontro entre tradição e inovação, onde a improvisação e a dança têm um papel central.
Concerto de Isam Elias na Casa Palestina, em Alcântara. A partir das 21h30.
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Esta noite, o MACAM, Museu de Arte Contemporânea, apresenta concerto das Percussões da Metropolitana.
O espectáculo baseia-se na obra Águas da Amazónia, composta por Philip Glass em 1993 para a companhia brasileira Grupo Corpo.
A música combina o minimalismo característico do compositor com ritmos inspirados na cultura indígena da Amazónia, originalmente interpretados pelo grupo brasileiro Uakti.
O nome Uakti vem de uma antiga lenda do povo Tukano, que conta a história de um ser mágico cujo corpo produzia sons quando era atravessado pelo vento.
Neste concerto, são interpretadas quatro das nove peças que fazem parte da composição.
Percussões da Metropolitana, com o espectáctulo Águas da Amazónia. A partir das 20h, no MACAM, na zona de Alcântara.
O Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado recebe a exposição Sycorax, da artista Alice Geirinhas.
A mostra parte da personagem Sycorax, da peça A Tempestade, de William Shakespeare, para dar voz a uma figura que, na obra original, permanece ausente.
Através de desenhos inspirados nas gravuras medievais, Alice Geirinhas revisita a perseguição às mulheres e a caça às bruxas na Europa, refletindo sobre temas como o poder, a exclusão e a representação do feminino.
A exposição pode ser visitada de terça-feira a domingo, entre as 10h e as 18h, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, em Lisboa.
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Últimos dias para ver no Teatro Romano em Lisboa a peça "Mitos 1 – Acreditem em Nós".
Da autoria de Cláudio Hochman, o espetáculo acompanha Zeus, Poseidon e Hades, que descem à Terra para tentar recuperar a fé dos humanos nos antigos deuses gregos.
Para isso, revisitam, com humor, os grandes mitos da Grécia Antiga, desde a criação do mundo às disputas pelo poder no Olimpo, passando pelas aventuras amorosas dos deuses e pela origem do homem e da mulher.
Em palco estão Manuel Venade, Mariana Robert Preto e Afonso Ruivo Cardoso.
"Mitos 1 – Acreditem em Nós" a nova peça de Cláudio Hochman em cena no Teatro Romano, no Museu de Lisboa, até 25 de julho. sempre às 21h.
O MAAT recebe, até 31 de agosto, a primeira exposição individual em Portugal do artista francês Céleste Boursier-Mougenot.
A instalação "From Here to Ear" transforma o espaço numa experiência sonora única, onde cerca de vinte guitarras elétricas são "tocadas" por diamantes-mandarins, pequenos pássaros que pousam livremente sobre os instrumentos.
O resultado é uma composição musical em constante mudança, criada pela interação entre as aves e as guitarras, convidando os visitantes a mergulhar numa experiência que cruza música, natureza e arte contemporânea.
"From Here to Ear" de Céleste Boursier-Mougenot. para ver no MAAT em Belém.
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Esta noite, o Coliseu de Lisboa, recebe concerto de Belle & Sebastian.
A banda escocesa é um dos mais celebrados nomes da música independente de finais dos anos 90 e passa por Portugal na digressão que assinala os 30 sobre a edição do segundo álbum, If You're Feeling Sinister. O registo saiu em 1996 e cimentou os Belle & Sebastian como um dos mais importante grupos do indie de então e é responsável por uma sonoridade que ainda continua a inspirar novos compositores.
Concerto mais logo no Coliseu de Lisboa, os 30 anos do álbum If You're Feeling Sinister, os Belle & Sebastian para ver a partir das 21h.
O Centro Cultural de Belém recebe a primeira exposição individual em Portugal da artista norueguesa Frida Orupabo.
Intitulada Cloud of Confusion, a mostra reúne obras criadas a partir de fotografias recolhidas na internet para refletir sobre a forma como as imagens circulam no mundo digital e influenciam a memória, a identidade e a representação.
A exposição desenvolve-se ao longo de oito espaços, num percurso inspirado na navegação constante entre ecrãs e na enorme quantidade de imagens que faz parte do nosso quotidiano.
Cloud of Confusion, de Frida Orupabo, para ver no CCB.
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Maria Rueff sobe ao palco do Teatro Maria Matos com A Gorda, peça inspirada no romance de Isabela Figueiredo.
A história acompanha Maria Luísa, uma professora que perde 40 quilos após uma cirurgia, mas continua a enfrentar a forma como sempre viu o próprio corpo.
O espectáculo aborda temas como a autoestima, o amor, a perda e as relações familiares, tendo como pano de fundo o Portugal do pós-25 de Abril.
A encenação é de Sofia de Portugal, com dramaturgia de Marta Dias, e está em cena até 5 de agosto.
A Gorda para ver no Teato Maria Matos. Às 21h.
A Galeria Zé dos Bois, no Bairro Alto em Lisboa, recebe RedSkyFalls (réplica), uma instalação de Alexandre Estrela.
A obra surge a partir do projecto apresentado pelo artista na Bienal de Veneza e explora a atividade sísmica através de um sistema invulgar: moscas-da-fruta artificiais funcionam como sentinelas, reagindo em tempo real a sismos registados em diferentes pontos do planeta.
A instalação convida o público a refletir sobre fenómenos naturais invisíveis e sobre a ligação entre tecnologia, ciência e arte.
RedSkyFalls (réplica) de Alexandre Estrela, para conferir no espaço expositivo da Galeria Zé dos Bois no Bairro Alto.
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