O Motelx está a celebrar 20 anos e até 13 de Setembro o cinema de terror toma conta do Cinema São Jorge.
Hoje acontece uma das estreias mais aguardadas, o filme Colony, do realizador sul-coreano Yeon Sang-ho, conhecido pela película Train to Busan.
A história passa-se num arranha-céus em Seul, onde um vírus misterioso transforma rapidamente os habitantes em criaturas cada vez mais inteligentes. Os infetados começam por se comportar como animais, mas evoluem, reconhecem os sobreviventes e passam a organizar ataques.
Colony reinventa o género zombie ao apresentar criaturas ligadas por uma espécie de consciência coletiva, explorando também os medos associados à inteligência artificial.
Colony para ver no Motelx, no Cinema São Jorge a partir das 21h30.
Mais informações sobre o programa dos 20 Anos do Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa no site motelx.org.
Os Fischer-Z celebram 50 anos de carreira com um concerto esta noite no Coliseu de Lisboa.
A banda britânica é uma referência da new wave e do rock alternativo desde o final dos anos 70.
O concerto faz parte das comemorações dos 50 anos da banda e acontece numa altura em que os Fischer-Z preparam também um novo álbum.
Fischer-Z mais logo no Coliseu de Lisboa, às 21h.
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O MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa está de volta para a sua 20.ª edição, com 11 dias dedicados ao cinema de terror.
O programa inclui filmes como AnyMArt, sobre o lado mais sombrio do mundo laboral japonês, Species, um filme de terror corporal da francesa Marion Le Correller, e The Birthday Party, thriller de Léa Mysius protagonizado por Monica Bellucci e Hafsia Herzi.
Uma das novidades é “Lost in Europe: O Terror por Detrás da Cortina de Ferro”, uma parceria com a Cinemateca Portuguesa que recupera seis filmes de países do antigo bloco de Leste.
Este ano, o Prémio Noémia Delgado para Mulheres Notáveis no Terror distingue a cineasta sueca, naturalizada portuguesa, Solveig Nordlund, pioneira do cinema fantástico e de terror.
O filme de abertura é “Drag”, primeira longa-metragem de Raviv Ullman e Greg Yagolnitzer. A história acompanha duas irmãs que assaltam uma casa isolada no estado de Nova Iorque. Quando uma delas fica presa no andar de cima devido a uma forte dor nas costas e o proprietário regressa inesperadamente, o assalto transforma-se num pesadelo.
"Drag", filme de abertura dos vinte anos do Motelx. A sessão está agendada para as 8 e meia da noite no Cinema São Jorge.
Últimos dias para ver em Cascais a exposição Becoming Marilyn & Becoming Elvis.
A mostra assinala os 100 anos do nascimento de Marilyn Monroe e os 70 anos da explosão mediática de Elvis Presley.
A exposição reúne fotografias de Marilyn, captadas por André de Dienes, e de Elvis, fotografado por Alfred Wertheimer, numa altura em que os dois artistas começavam a alcançar a fama.
As imagens permitem acompanhar os dois artistas no início dos seus percursos até se tornarem grandes ícones da cultura popular.
Becoming Marilyn & Becoming Elvis para ver no Centro Cultural de Cascais até domingo, 06 de setembro.
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Continua no Polo Cultural Gaivotas em Lisboa o ciclo de No País do Cinema com sessões de cinema ao ar livre até ao próximo dia 9 de setembro.
Este ano o tema é “O Lugar onde vivemos!”, com filmes que convidam a pensar sobre a nossa relação com os lugares, com o ambiente e com as outras pessoas.
Esta noite é exibido “Roma, Cidade Aberta”, de Roberto Rossellini, filme italiano de 1945.
Passado durante a ocupação nazi de Roma, o filme acompanha membros da Resistência perseguidos pela Gestapo e a luta pela sobrevivência numa cidade marcada pela guerra.
“Roma, Cidade Aberta” para ver ao ar livre no Polo Cultural Gaivotas, em Lisboa.
A exposição “Olhos Múltiplos” está no Centro Cultural de Belém.
A mostra reúne trabalhos de três artistas de diferentes gerações: Ines Doujak, Patrícia Domínguez e Lubaina Himid.
As obras exploram a narrativa como forma de diálogo, reflexão e criação coletiva, cruzando elementos simbólicos, ancestrais e espirituais com referências populares, mágicas e carnavalescas.
A exposição questiona as narrativas únicas e convida-nos a olhar para a diferença não como uma ameaça, mas como uma oportunidade para aprender e conhecer outras formas de pensar e imaginar o mundo.
“Olhos Múltiplos” para ver no CCB.
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O Cinema Medeia Nimas em Lisboa recebe as últimas sessões do ciclo dedicado a Wong Kar Wai, um dos realizadores mais marcantes do cinema contemporâneo.
Hoje é exibido Ao Sabor da Ambição, a estreia de Wong Kar Wai na realização, em 1988.
O filme acompanha um jovem ligado à máfia de Hong Kong, dividido entre o amor pela prima e a lealdade ao seu parceiro de crime. Uma história de violência, romance e fatalismo, que já revela o estilo visual muito particular do realizador.
Ao Sabor da Ambição foi apresentado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes de 1989.
É hoje apresentado no Nimas Em Lisboa em restaurada em 4K, às 22h.
A artista timorense Maria Madeira apresenta, no Museu do Oriente, em Lisboa, a exposição “You, Me, Us [O, Hau, Ita; Tu, Eu, Nós]”.
A mostra reúne 34 obras, entre pintura, desenho, colagem e instalação, e explora a relação entre as crenças ancestrais de Timor-Leste e a cultura portuguesa.
A exposição parte também da experiência pessoal da artista, enquanto mulher timorense que viveu como refugiada em Portugal e migrante na Austrália, e aborda os laços históricos e culturais entre Portugal e Timor-Leste.
No Museu do Oriente, até 13 de Setembro.
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A exposição “Emigração, exílio e canção de protesto” está patente no Núcleo AJA Lisboa até 30 de setembro.
A mostra recupera a história de vários cantores portugueses que, entre meados dos anos 60 e o 25 de Abril de 1974, estiveram exilados em França. Reúne textos e imagens sobre o seu percurso e sobre a intensa atividade cultural e política desenvolvida pelas comunidades portuguesas emigrantes.
A exposição foi criada pelo Observatório da Canção de Protesto e apresentada pela primeira vez em 2020, num encontro dedicado a José Mário Branco e ao tema do exílio.
“Emigração, exílio e canção de protesto”, exposição para ver no Núcleo AJA, junto à Assembleia da República. Até 30 de Setembro.
A exposição “Mais alto”, de Margarida Correia, pode ser visitada no MAAT, em Lisboa.
A mostra dá a conhecer a história das enfermeiras paraquedistas do Exército Português que estiveram ao serviço em África durante as décadas de 60 e 70. Através de entrevistas, fotografias e outros documentos, são mostrados momentos da vida profissional e do quotidiano destas mulheres, entre o trabalho e o lazer.
A exposição procura preservar a memória individual e coletiva de um grupo profissional ainda pouco conhecido e estudado.
“Mais alto”, de Margarida Correia para ver no MAAT, na zona de Belém.
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A exposição “The Narrative Structure”, de Ana Vieira, está patente na Galeria Vera Cortês, em Lisboa.
Com curadoria de Antonia Gaeta, a mostra reúne duas obras que exploram a relação entre interior e exterior, realidade e representação. Em destaque estão a instalação “Mesa-Paisagem”, de 1973, e a série “Close-Up”, de 2004.
“The Narrative Structure”, de Ana Vieira para ver na Galeria Vera Cortês, na zona de Alvalade em Lisboa.
A franco-brasileira Julia Piedade apresenta-se esta noite no BOTA Anjos, em Lisboa.
Pianista, cantora e compositora, Julia cruza jazz, canção francesa, música brasileira e pop experimental, numa música sensível, cinematográfica e muito marcada pela emoção.
A artista é acompanhada por Kito Siqueira no saxofone, Acácio Piedade no baixo e Felipe Bastos na bateria.
Julia Piedade em concerto no Bota Anjos, em Lisboa.
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As Festas do Mar estão de volta a Cascais, com música, gastronomia e artesanato junto à Baía.
Hoje regressam os concertos e há fado para ouvir em Cascais. Diana Vilarinho, Luís Trigacheiro e o espetáculo Em Casa d’Amália sobem ao Palco Cascais a partir das 19 horas.
A animação das Festas do Mar começam às 5 da tarde e prolonga-se pela noite, entre o Jardim Visconde da Luz e a Cidadela de Cascais.
Está patente no Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, a exposição Rosa Barba – Desenhar Vocabulários.
É a primeira grande exposição da artista italiana em Portugal e apresenta uma instalação criada especificamente para o espaço do CAM.
Rosa Barba cruza cinema, astronomia, paisagens naturais e alterações ambientais, explorando também arquivos e possíveis visões do futuro. Películas de celuloide e projetores de cinema transformam-se em imagens, mas também em objetos escultóricos.
A exposição é pensada como uma espécie de filme em três dimensões e partitura musical, onde o tempo e o espaço estão sempre em transformação.
Rosa Barba – Desenhar Vocabulários para ver na Gulbenkian.
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No Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa, está patente a exposição “Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário”.
A mostra aborda o colonialismo português em África nos séculos XIX e XX e procura desmontar alguns dos mitos criados pela ideologia colonial, promovendo uma visão mais informada sobre esse período da história.
A exposição apresenta documentos e imagens que explicam o contexto histórico e dá também destaque à arte africana, mostrando a diversidade, criatividade e riqueza cultural das sociedades africanas.
Ao todo, estão reunidas 139 obras, provenientes das coleções do Museu Nacional de Etnologia e de outras instituições e colecionadores, incluindo trabalhos de artistas africanos contemporâneos.
“Desconstruir o Colonialismo, Descolonizar o Imaginário” para ver no Museu Nacional da Etnologia.
No Museu do Aljube Resistência e Liberdade, em Lisboa, está a exposição “Elas tiveram medo e foram”.
A mostra recorda as mulheres que foram presas políticas durante a ditadura em Portugal, contando as suas experiências de resistência e sobrevivência perante a tortura e as duras condições de encarceramento.
A exposição presta também homenagem à coragem destas mulheres e às pessoas que as apoiaram, recuperando histórias fundamentais da luta contra o antigo regime.
“Elas tiveram medo e foram” para ver no Museu do Aljube em Lisboa.
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O Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, dedica um ciclo a duas grandes atrizes de Hollywood: Joanne Woodward e Lee Remick.
As duas contracenaram em The Long, Hot Summer, realizado por Martin Ritt em 1958, um filme protagonizado por Paul Newman. Foi também nesse ano que Joanne Woodward e Newman se casaram, tornando-se um dos casais mais famosos do cinema americano.
O ciclo inclui Anatomia de um Crime, de Otto Preminger, de 1959, com James Stewart, Lee Remick e Ben Gazzara.
O filme acompanha um advogado que assume um caso de homicídio particularmente complexo e questiona os limites entre justiça, verdade e moralidade.
Considerado uma das obras mais importantes de Preminger, Anatomia de um Crime recebeu sete nomeações para os Óscares, incluindo Melhor Filme. James Stewart venceu ainda o prémio de Melhor Ator no Festival de Veneza.
Anatomia de Um Crime, hoje no Cinema Nimas em Lisboa às 21h30.
A Cordoaria Nacional, em Lisboa, recebe aquela que é apresentada como a maior exposição de modelos construídos com peças LEGO da Europa.
A mostra ocupa cerca de 2 mil metros quadrados e reúne mais de 120 maquetes e centenas de construções, feitas com quase 15 milhões de peças LEGO.
Entre os grandes destaques estão quatro modelos inéditos: um Boeing 747 à escala 1 para 7, um enorme navio transatlântico, um dragão medieval e um gigantesco espinossauro.
A exposição percorre temas como arquitetura, cinema, fantasia, ciência, história e desporto, com réplicas de monumentos e cenários inspirados em universos como Star Wars, O Senhor dos Anéis e Charlie e a Fábrica de Chocolate.
A maior exposição de LEGO da Europa para ver na Cordoaria Nacional na zona de Belém.
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A Cinemateca em Lisboa recebe hoje A Última Sessão, de Peter Bogdanovich, é um clássico do cinema americano de 1971, com Jeff Bridges, Timothy Bottoms e Cybill Shepherd.
Está inserido no ciclo Rebeldes Sem Causas, que reúne 25 filmes americanos e explora a representação da juventude e da rebeldia no cinema, sobretudo entre meados dos anos 50 e 1970.
A história de A Última Sessão passa-se em 1951, numa pequena cidade do Texas, e acompanha um grupo de adolescentes na passagem para a idade adulta, entre primeiras desilusões, relações amorosas e sonhos interrompidos.
A Última Sessão passa na Esplanada da Cinemateca de Lisboa, às 21h30.
Na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa, pode ser visitada a exposição RedSkyFalls (réplica), de Alexandre Estrela.
A instalação está relacionada com a obra RedSkyFalls, apresentada no Pavilhão de Portugal na Bienal de Veneza de 2026. Nesta nova versão, o artista cria uma espécie de sistema de alerta sísmico usando moscas-da-fruta artificiais, que funcionam como sentinelas.
Estes pequenos dispositivos reagem em tempo real à atividade sísmica, mesmo quando os sismos acontecem a grande distância. Os seus movimentos permitem tornar visíveis sinais quase impercetíveis das perturbações que acontecem no interior da Terra.
RedSkyFalls (réplica) de Alexandre Estrela, para ver na Galeria Zé dos Bois no Bairro Alto, em Lisboa.
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No Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, continua o ciclo dedicado a Wong Kar Wai, um dos grandes cineastas do cinema contemporâneo.
Hoje é exibido Chungking Express, de 1994, um dos filmes que projetou Wong Kar Wai a nível internacional.
Entre néons, música, cores intensas e uma cidade em constante movimento, Chungking Express transforma histórias de solidão e encontros amorosos num retrato muito particular de Hong Kong.
Chungking Express, hoje às 22 horas, no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, inserido no ciclo dedicado ao realizador Wong Kar Wai.
Na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, pode ser visitada a exposição “Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz”.
A mostra reúne 70 cartazes, produzidos entre 1957 e 2026, que acompanharam sete décadas de exposições, concertos, conferências e outras iniciativas da Fundação.
Além de documentarem a história e a diversidade da programação da Gulbenkian, os cartazes revelam também a evolução do design gráfico em Portugal.
“Gulbenkian, 70 Anos em Cartaz” para ver na Gulbenkian, a entrada é livre.
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Maria Ana Bobone apresenta-se em concerto hoje no MACAM – Museu de Arte Contemporânea, na Junqueira, em Lisboa.
A cantora, pianista e compositora portuguesa é conhecida por renovar o fado, cruzando a tradição com influências clássicas e do jazz. No projeto “Fado & Piano”, desenvolve uma sonoridade própria, mantendo a ligação às raízes da música portuguesa.
Neste concerto, Maria Ana Bobone convida Sofia Ramos para partilhar o palco
Concerto no MACAM, na zona de Alcântara. A partir das 20h.
A exposição “Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” está patente no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
Integrada nas comemorações do centenário do artista, a mostra percorre mais de 70 anos de criação e reúne cerca de 50 obras. A exposição mostra a importância da experimentação na obra de Pomar, através da pintura, desenho, gravura, escultura e assemblagem.
A ideia de colagem está no centro da exposição, revelando como o artista cortava, juntava e transformava imagens, objetos e diferentes materiais para criar novas formas e narrativas.
“Júlio Pomar – A Cola não faz a Colagem” para ver no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa.
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O Cinecapitólio Rooftop continua no Capitólio, em Lisboa, no Parque Mayer.
A sessão de cinema inclui espreguiçadeiras, auscultadores com som de qualidade, pipocas e uma vista para o Jardim Botânico.
Esta noite é exibido “Tropa de Elite”, de José Padilha, no âmbito do ciclo Clássicos do Brasil.
O filme acompanha o Capitão Nascimento, comandante de uma equipa de elite da polícia do Rio de Janeiro, encarregada de combater o tráfico de droga nas favelas. Sob enorme pressão, Nascimento procura preparar um substituto enquanto enfrenta a violência, a corrupção e os conflitos dentro da própria polícia.
“Tropa de Elite” para ver no Cinecapitólio Rooftop, às 20h30.
O Museu da Marioneta, em Lisboa apresenta a exposição “Criadores de Marionetas em Portugal no Século XXI”.
A mostra assinala os 25 anos do Museu da Marioneta e destaca o trabalho de 13 criadores portugueses que têm contribuído para transformar esta arte nas últimas décadas.
Entre técnicas tradicionais e novas formas de criação, a exposição revela diferentes materiais, linguagens e maneiras de dar vida às marionetas, mostrando também o trabalho que acontece nos bastidores.
“Criadores de Marionetas em Portugal no Século XXI” para ver no Museu da Marioneta, no Convento das Bernardas.
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A Retrospectiva Luchino Visconti está em destaque no Cinema Medeia Nimas, em Lisboa, com várias obras do mestre italiano em cópias restauradas.
Entre os filmes programados está “Os Malditos”, de 1969, um dos títulos mais intensos e perturbadores de Visconti. O filme acompanha a decadência de uma poderosa família industrial alemã durante a ascensão do nazismo, num retrato sombrio sobre poder, corrupção e fascismo.
“Os Malditos” passa hoje no Nimas em Lisboa às 21h30.
Até 6 de Setembro, a retrospectiva Luchino Visconti inclui ainda clássicos como “Obsessão”, “Sentimento”, “Noites Brancas”, “Rocco e os Seus Irmãos”, “Morte em Veneza” e “O Intruso”
No Centro Cultural de Belém, pode visitar a exposição “Reflexos, enclaves, desvios” de José Pedro Croft.
A mostra reúne gravuras, desenhos, relevos e esculturas, numa reflexão sobre o corpo, o espaço, a escala e a arquitetura. As obras cruzam o desenho e a escultura e exploram a fronteira entre o plano e o espaço tridimensional
"Reflexos, enclaves, desvios" de José Croft, para ver no CCB.
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Continua na Gulbenkian a edição de 2026 do Jazz Em Agosto.
Esta noite, há concerto de Ches Smith que apresenta Clone Row, um projeto que reúne a guitarrista Mary Halvorson, o guitarrista Liberty Ellman e o contrabaixista Nick Dunston. Conhecido pelo trabalho na bateria e na composição, Smith traz um espetáculo de grande intensidade, com electrónica e improvisação.
Ches Smith hoje na Gulbenian às 21h30.
Amanhã, sábado, o Jazz Em Agosto acolhe o britânico Pat Thomas para um raro concerto a solo. Considerado um dos pianistas mais criativos da improvisação europeia, Thomas explora o piano de forma livre e surpreendente, equilibrando tradição e experimentação.
Pat Thomas, no 2º Auditório da Gulbenkian. Amanhã, Sábado, às 6 e meia da tarde.
O Pavilhão Julião Sarmento apresenta Era Uma Vez na América, exposição que explora a influência da cultura e do imaginário norte-americano na arte contemporânea internacional.
A partir da coleção de Julião Sarmento, reúne obras de artistas como Bruce Nauman, Ed Ruscha, Nan Goldin e Richard Serra, refletindo sobre o impacto do cinema, da arquitetura e da cultura visual dos Estados Unidos.
Em simultâneo, o espaço acolhe Conversa de Corvos, a primeira exposição em Portugal da artista iraniano-americana Fariba Hajamadi.
Para conferir no Pavilhão Julião Sarmento, na zona de Belém.
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A saxofonista, flautista e compositora norte-americana Anna Webber actua hoje no Jazz em Agosto na Gulbenkian.
Reconhecida como uma das vozes mais inovadoras do jazz contemporâneo, apresenta Shimmer Wince, um espetáculo criado para quinteto e inspirado num antigo sistema de afinação baseado nos harmónicos naturais e na ressonância das notas.
Em palco, junta-se a alguns dos mais destacados músicos da nova geração do jazz norte-americano. Concerto de Anna Webber, para ver no Anfiteatro ao Ar Livre, no Jardim Gulbenkian. A partir das 21h30.
A peça The Swimming Pool Party está em cena no Teatro Maria Matos
É nova criação de Ricardo Neves-Neves e entre a comédia, o mistério e o humor negro, o espetáculo acompanha oito personagens da alta sociedade reunidas para uma festa junto a uma piscina que nunca chega a encher, enquanto um crime lança a confusão.
Inspirada no universo de Agatha Christie, a peça satiriza as aparências e as fragilidades de uma elite social, num registo mordaz e cheio de ironia.
The Swimming Pool Party para ver no Maria Matos às 9 da noite. Domingo às 4 da tarde.
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The Sleep Of Reason Produces Monsters atua esta noite no Jazz em Agosto, no Anfiteatro ao Ar Livre da Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa.
Na sua 41.ª edição, o Jazz em Agosto continua a afirmar-se como um dos mais importantes festivais europeus dedicados ao jazz de vanguarda e à música improvisada, reunindo artistas que exploram novas linguagens sonoras.
Um ano depois da sua marcante estreia no festival, Mariam Rezaei regressa com um quarteto que reúne Mette Rasmussen, Gabriele Mitelli e Lukas König.
Inspirado numa obra de Goya, o projeto cruza jazz, noise, música eletrónica e improvisação livre.
The Sleep Of Reason Produces Monsters para ver hoje às 21h30 na Gulbenkian, concerto inserido no Jazz Em Agosto.
A exposição "Domingos Dias Martins – Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano" continua patente no Centro Cultural de Cascais.
A mostra reúne fotografias a preto e branco captadas por Domingos Dias Martins nas décadas de 1940 e 1950, retratando as paisagens, as pessoas, os trabalhos e as tradições do Gerês Transmontano. Para além da qualidade artística, estas imagens têm um importante valor histórico, cultural e antropológico, preservando a memória de uma região e do modo de vida das suas comunidades.
"Domingos Dias Martins – Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano" no Centro Cultural de Cascais.
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