Investigadores desenvolveram um exame à prostata inovador que faz com que as células cancerígenas ‘brilhem’, permitindo identificá-las com maior precisão.

Este teste, já disponível na Europa e na Austrália, utiliza uma molécula que se liga às células do cancro da próstata, tornando-as visíveis como pontos luminosos nas imagens.
A grande vantagem é que pode reduzir para metade a necessidade de biópsias invasivas, normalmente realizadas quando as ressonâncias não são conclusivas.
Além disso, ajuda a distinguir entre tumores agressivos, que precisam de tratamento, e casos de baixo risco que podem nunca causar problemas.
O estudo, conduzido por cientistas australianos, mostrou que este método não falha na deteção de casos graves e ainda torna as biópsias mais precisas quando são realmente necessárias.
O cancro da próstata afeta cerca de um em cada oito homens, e este avanço pode reduzir diagnósticos excessivos e tratamentos desnecessários, diminuindo também a ansiedade dos pacientes.
Os investigadores continuam a acompanhar os resultados, mas este exame já é visto como um passo importante para diagnósticos mais seguros e menos invasivos.