As araras-azuis e amarelas regressaram ao Rio de Janeiro cerca de 200 anos depois de terem desaparecido da região.

A reintrodução aconteceu no Parque Nacional da Tijuca, a maior floresta urbana da cidade, através de um programa de conservação e reprodução em cativeiro.
Quatro aves foram libertadas pela organização Refauna, que trabalha na recuperação de espécies afastadas pela desflorestação e pela captura ilegal no século XIX.
Além de serem um símbolo muito presente na cultura carioca, estas aves têm um papel importante na regeneração da floresta atlântica, ajudando na dispersão de sementes e no equilíbrio da biodiversidade.