Uma tartaruga-gigante chamada Jonathan, com cerca de 194 anos, está a ajudar os cientistas a compreender melhor o envelhecimento.
Considerado o animal terrestre mais velho do mundo, Jonathan foi estudado por investigadores que identificaram 287 variantes genéticas que poderão ajudar a proteger o organismo contra os efeitos da idade.
Estas variantes estão relacionadas com processos importantes, como a reparação do ADN, o controlo da inflamação, a regulação da insulina e a prevenção do cancro. Os cientistas analisaram também o epigenoma, que influencia a forma como os genes funcionam ao longo da vida, e descobriram que alguns mecanismos ligados à reparação celular e ao metabolismo se mantêm estáveis, mesmo numa idade tão avançada.
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