Entre as estreias no cinema na última semana, ficam alguns destaques.
Já estreou Primeira Pessoa do Plural, de Sandro Aguilar.
O filme acompanha um casal que se prepara para celebrar 20 anos de casamento num resort tropical, deixando o filho adolescente sozinho. Antes da viagem, são forçados a passar uma noite separados — e surgem efeitos inesperados após a vacinação, como febres, desmaios e alucinações, expondo fragilidades familiares.
Primeira Pessoa do Plural para ver no cinema.

Outra estreia é Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé, de Mary Bronstein. A história segue Linda, uma mulher que tenta manter o controlo enquanto enfrenta a doença misteriosa da filha, o afastamento do marido e uma vida pessoal em colapso.
Se Eu Tivesse Pernas, Dava-te um Pontapé, filme que valeu a Rose Byrne a nomeação para o Oscar de melhor actriz.
Por fim, Olhar o Sol, de Mascha Schilinski, apresenta um retrato de várias gerações de mulheres ligadas à mesma quinta no norte da Alemanha. Ao longo de um século, as suas histórias cruzam-se e mostram como o passado continua presente nas vidas de quem ficou à margem da História.
Olhar o Sol, vencedor do Prémio do Júri no Festival de Cannes, para ver no cinema.

A Orquestra Metropolitana de Lisboa sobe esta noite ao palco do Teatro Tivoli BBVA com o concerto “À Grande e à Francesa”.
O programa celebra o barroco francês e a obra de Jean-Philippe Rameau, conhecido por integrar dança e pantomima nos espetáculos líricos, criando experiências cénicas ricas e cheias de cor orquestral.
Sob direção musical e ao cravo, Miguel Jalôto conduz a orquestra num conjunto de peças instrumentais marcadas por ritmos vivos e efeitos sonoros surpreendentes, retiradas de algumas das mais emblemáticas criações de Rameau.
“À Grande e à Francesa” para ver no Teatro Tivoli BBVA às 21h.